sábado, 15 de novembro de 2008

邊娃斗璃主

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

ai.

eu amo demais.amo-os tanto que não posso imaginar meu mundo sem eles,sem suas risadas,palavras ou apenas com seus olhares.Amo-os tanto que não posso deixar de me sentir frustrada e ansiosa quando estão enfrentando uma situação difícil,na qual não devo me meter,e esperar nada além de que aprendam com ela;mas,por amá-los tanto,não deixo de querer protegê-los de toda e qualquer circunstância que os entristeça;envolvê-los em um mundo onde mal nenhum chegue,onde devaneio algum os faça preferir os sonhos à realidade,pois,por amá-los tanto,quero que a realidade seja tão boa que não sintam a necessidade de fugir para seu próprio mundo;que o lugar onde vivam não traga nada além de felicidade,e eu não pouparia esforços para construir esse mundo.Egoísmo?Sim,situações tristes nos ajudam a crescer,mas meu amor é tanto que o egoísmo vem como consequencia,e eu quero,sim,que eles sejam só felizes.Nem que para isso tenha que passar a vida inteira olhando,sem poder tocá-los,desde que possa proteger sua felicidade sempre.

terça-feira, 22 de julho de 2008

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Hajime

Lentamente,contra a vontade das pálpebras,abriu os olhos.Era o fim de uma tarde nublada,durante a qual nem o mais interessante dos livros pode fazer seu corpo resistir à necessidade urgente de relaxar,depois de uma vida inteira tenso,em estado de alerta,vigilante.
Levantou,já não havia ninguém naquela casa.Aproximou-se da janela,com a intenção de fechá-la,mas parou,sentindo o vento cada vez mais frio batendo no rosto.Adorava vento,adorava frio,mas tudo aquilo só conseguia deixá-la cada vez mais triste.O que havia dado tão errado que não deixava nem mesmo um momento como aquele trazer um mínimo de luz para o caos ao seu redor?Os cheiros da árvore na frente da casa,das flores que foram parar no chão por causa da chuva,da madeira antiga molhada traziam lembranças que nem sabia se eram dela,ou se eram devaneios.Fechou a janela,acendeu as luzes,quebrando as sombras azuladas que a luz do crepúsculo lançava sobre o cômodo.
Se quisesse sair da solidão e do estupor,deveria parar de buscar memórias perdidas e se concentrar.Saiu decidida,mas a tristeza daquele momento permaneceu o resto da noite.